LIVRO: O Zero e o Infinito
Marco Júnio Bruto (85 a.C. - 42 a.C.), patrício e militar romano. Seu pai, Marco Júnio Bruto, o Velho, era pessoa conceituada na sociedade romana. Após lutar contra Júlio Cesar na guerra civil romana, tornou-se procônsul e depois pretor. Conspirou para matar César, seu pai adotivo. Suicidou-se após a derrota na Batalha de Filipos.
É citado em uma das epígrafes do livro, que reproduz um trecho dos Discorsi de Maquiavel:
"Quem estabelecer uma ditadura e não matar Bruto, ou quem fundar uma república e não matar os filhos de Bruto, só pouco tempo governará."
LIVRO: O Zero e o Infinito
Fiódor MIkhailovitch Dostoievski (1821-1881), escritor russo nascido em Moscou e falecido em São Petersburgo. Um dos chamados escritores universais, com grande influência nos dias atuais. De linha existencialista, realista, investigativa, mística, filosófica e social, Dostoievski aborda não só o cotidiano dos mujiques, dos revolucionários, do homem comum russo, fora dos salões aristocráticos, como também o de pessoas dignitárias em situações complexas e angustiantes. De suas vasta obra destacam-se os romances Crime e Castigo, Os Irmãos Karamzaóvi, O Idiota, Os Demônios, e Noites Brancas.
Em vida passou por situações extremas; a epilepsia, com crises que o levaram a experiências sensoriais; as dificuldades financeiras, constantes; a vida sentimental , turbulenta, entre esposas e amantes; e a prisão com pena de morte decretada, sob acusação de conspiração contra o Príncipe, comutada em trabalhos forçados na Sibéria. Desta experiência resultaram livros como Recordações da Casa dos Mortos, Humilhados e Ofendidos e O Idiota.
Um trecho de Crime e Castigo é usado como epígrafe para O Zero e o Infinito:
"Ora, meu amigo! Não se pode viver inteiramente sem compaixão!"
LIVRO: O Zero e o Infinito
Niccoló Maquiavel (1469 - 1527), cientista político, filósofo e escritor e diplomata, nascido em Florença. Autor de O Príncipe e A Mandrágora. Personalidade de destaque no Renascimento italiano, teórico das ações e intervenções do Estado na vida do cidadão comum.
Uma citação sua dos Discorsi serve como epigrafe ao livro de Koestler:
"Quem estabelecer uma ditadura e não matar Bruto, ou quem fundar uma república e não matar os filhos de Bruto, só pouco tempo governará."