OBRAS - D
OBRAS - D
AUTOR: Aldo Chiaruttini
TRADUÇÃO: Raul de Pollilo
GÊNERO: Infanto-Juvenil
ANO: Final dos anos 60
LOCAL: SP
EDITORA: Boa Leitura
Publicação italiana em conjunto com a Walt Disney Productions, lançada no mercado brasileiro com outros dois títulos, Do Remo ao Transatlântico e Do Ícaro à Astronave, cada volume explorando um segmento do mundo dos transportes. Este, fartamente ilustrado como os demais, utiliza as famosas personagens de Walt Disney (Donald , Mickey, Sobrinhos etc.) para contar a história e evolução dos transportes no mundo, em um texto simples e agradável.
PERSONAGENS
Peneios, um pescador
Gaea, sua esposa
Daphne, sua filha
Leukippos, um pescador
Apolo
Quatro pescadores
Duas donzelas
AUTORES: Anne Frank, Otto H. Frank e Mirjam Pressler
PRIMEIRA PUBLICAÇÃO: 1947
GÊNERO: Diário/Epistolar
EDIÇÃO-BASE: 2011
EDITORA: Record
Diário confessional escrito pela adolescente alemã Anne Frank, escrito durante o período de aproximadamente dois anos nos quais esteve escondida , juntamente com sua família e alguns agragados, em um anexo secreto do escritório de seu pai, Otto Frank, fugindo à perseguição nazista aos judeus alemães e austríacos. A autora se refere a seu Diário de uma forma afetuosa, chamando de Kitty, como duas meninas intimamente amigas e inseparáveis.
Em suas anotações Anne fala de sus projetos e sonhos, da repentina mudança em sua vida, das amigas e da vida colegial. Durante este período, convive com o estreito e limitado universo de um quase porão; os conflitos familiares, sobretudo com a mãe, a relação de amor e ódio com a irmã, o afeto ao pai, e as relações com os demais familiares; as notícias escassas do exterior; o surgimento da adolescência; as dificuldades impostas pelo semi-cativeiro, a privação de alimentos e o medo de serem descobertos, o que afinal acabou acontecendo.
Delatados por alguém próximo - mistério até hoje não esclarecido - a família e os agregados foram presos pela Gestapo, a polícia política alemã e remetidos a diferentes campos de concentração. Anne e sua irmã Margot morreram de tifo no campo de Belsen-Bergen. Os demais não sobreviveram ao holocausto, a não ser Otto Frank, o pai, libertado após o término da Segunda Guerra.
Após o fim do conflito, Miep Gies e Bep Voskuijl, as secretárias de Otto Frank entregam a este os diários de Anne Frank., que é publicado em 1947, com grande impacto mundial.
Há três versões do Diário de Anne Frank; a versão a é a inicial, sem rebuços, e sem censura alguma, onde Anne Frank fala livremente e muito mal dos habitantes e do Anexo, de seus gostos e de suas mal-querenças. A versão b, mais polida e contida. Nesta versão ela inventa pseudônimos para proteger a identidade das pessoas envolvidas. A versão c é a versão da Anne Frank -Fonds, a Fundação herdeira e curadora da obra de Anne Frank em Basileia , Suíça. Esta última , conduzida pela tradutora Mirjam Pressler, é mais completa e abrangente.
AUTOR: Cícero
GÊNERO: Filosofia
TÍTULO ORIGINAL: De Officis
IDIOMA: Latim
TRADUTOR: João Mendes Neto
EDITORA: Saraiva/Coleção Saraiva Nº 206
ANO: 1965
LOCAL: SP
LIvro epistolar, endereçado a seu sobrinho Marco Cícero, estudante em Atenas. Divide-se em três Livros. No primeiro Cícero trata de virtudes como a honestidade, o valor civil e militar, o pudor e o decoro da vida pública, os deveres segundo as idades, o dever do cidadão. No segundo, a distinção entre a utilidade e a honestidade, o poder da justiça, a origem do poder, os efeitos da corrupção. No último, a separação entre utilidade e honestidade e a oposição dos prazeres à virtude.